sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Continuação do carisma de obra e poder

Jesus expulsa as forças malignas

Jesus também libertavam as pessoas das influências do maligno expulsando ao demônio com autoridade e poder. Jesus veio libertar todos os homens do jugo do mal e de todas as opressões. Precisamos, diante desta batalha espiritual, suplicar o auxílio de Deus através da oração de libertação no cotidiano de nossa vida, isto é, “pedir ao Pai que nos livre do maligno, que nos liberte de todos os males, presentes, passados e futuros, dos quais o maligno é o instigador.
Uma luta árdua contra o poder das trevas perpassa a história universal da humanidade, iniciada desde a origem do mundo, vai durar até o último dia, segundo as palavras do Senhor. Inserido nesta batalha, o homem deve lutar sempre para aderir ao bem; não consegue alcançar a unidade interior senão com grandes lutas e o auxílio da graça de Deus (Cat. 409). Conscientes da existência destes espíritos do mal que nos rodeiam como um “leão que ruge”, precisamos estar atentos à sua ação, para percebermos sua manifestação. “Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e daí-nos hoje a vossa paz. “Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo Salvador” (Cat. 2854).

Continuação do carisma de obra e poder

Comece a orar polos enfermos

Comece como os apóstolos (discípulos) a orar pelas pessoas, para que sejam curadas. Não espere juntar uma platéia para começar. Comece em casa. Em geral, é mais fácil começar pelas crianças. Crianças são muito sensíveis, não têm pecado, nem barreiras. A cura acontece muito facilmente nelas. Você vai crescer na fé, orando e vendo a cura se realizar; vai acreditar ao ver que o Senhor cura por meio de nós. O Senhor quer que você acredite nisso. Não é você que vai curar. Porque o próprio dom de curar as doenças vem do Espírito Santo.

É o Espírito que cura; nós somos apenas seus instrumentos.  Então, não tenha receio; comece orando por suas crianças, em casa. Por que não rezar o marido pela mulher e a mulher pelo marido, para serem ambos curados? Dormem juntos; por que não rezar um pelo outro? Não é preciso se envergonhar. O casal deve rezar; e assim, o Senhor fará maravilhas. Quando houver vizinhos doentes, vá visitá-los. Quando as coisas são feitas com simplicidade, funcionam. Ore com simplicidade e expectativa. É a oração que leva à cura. Baseado em São Paulo, Dom João Evangelista Martins Terra explica que "cada cura é um carisma especial": Jesus, porque ama aquela pessoa, derrama o Seu Espírito sobre ela, dá um carisma especial, para que aquela pessoa seja curada. Haja de acordo com sua fé. Ela será sempre do tamanho de um grão de mostarda: mas, uma vez que Deus lhe deu a fé, haja de acordo com ela; vá a Jesus, receba de Jesus o carisma e leve-o a quem dele precisa. Faça isso, e assegure à pessoa que estiver doente que o Senhor quer curá-la. Quando acreditamos, o impossível acontece. O Senhor quer hoje que nós, por meio dos dons, dos carismas, sejamos os portadores da cura de Deus. O dom da fé é o que leva em suas engrenagens o dom as cura.
 
Além da cura física, coisa muito bela, a oração promove cura interior, a cura do coração, da alma, dos sentimentos.  Nem imaginamos o quanto a vida nos fere! Por isso é lindo que haja a cura interior, além da física. O Senhor quer que nos abramos ao dom de orar pela cura interior das pessoas. Você pode estar pensando: "Mas como é que vou orar?" Pedindo pela pessoa, rogando por ela. Quem se sente chamado ao ministério de cura do coração sabe de sua importância. Muita gente gostaria de progredir na vida espiritual e não consegue, por causa dos traumas, dos bloqueios, das feridas, das marcas do próprio passado. Não imaginamos o quanto precisamos disso, quanto os nossos irmãos precisam. Abra-se a esse dom, disponha-se a orar pela cura interior de seus irmãos. Nem espere, no começo, fazer grandes orações; apenas ore, e, se vierem às palavras, ore de acordo com elas. Tenha coragem: comece a rezar, e virá quantas coisas o Senhor vai fazer por meio de você.
 
A oração de cura interior é eficaz para que todo nosso ser usufrua da dimensão salvífica de Cristo. Na cura interior atinge-se o coração dolorido do ser humano, tão marcado pelo pecado, pela dor, pelo medo, pelas feridas da vida. Orar pela cura interior é tirar do caminho componentes emocionais que são prejudiciais, a fim de que o homem seja livre pela ação do Espírito Santo para melhor servir a Deus. Já tem provas que a maioria das doenças físicas tem causa no interior do homem, daí a necessidade da cura interior.
 
A cura interior pode acontecer através de pedido e súplica por parte daqueles que oram tendo por base que eles conhecem os problemas e as feridas do irmão que será curado. E pode acontecer também através do dom da palavra de ciência, para casos onde quem vai orar não conheça as causas das feridas que fazem sofrer seu irmão. Este dom de cura interior pode ser ministrado em pessoas individualmente e também em reuniões de grupo.
 
O Dom da cura física, emocional e espiritual, é dom do Espírito Santo, que deve ser usado por todos os que desejam servir a Jesus em obediência a para que nossos irmãos sejam, livres de todos os males e de toda enfermidade. Jesus curava a todos, porque é o Salvador e tem compaixão dos que sofrem de males e enfermidades. As curas de todo os tipos foram no Ministério de Jesus, sinal de que a salvação havia chegado.

a) Existem algumas medidas bem simples que fazem parte desta oração para a cura  das enfermidades:  

  • Conhecer a causa da enfermidade, conversando com a pessoa para se ter um diagnóstico da sua enfermidade
  •  Imposição das mãos – Jesus nos orienta assim: “imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados” (Mc 16,18)
  • Abrir-se a todos os carismas ou dons como as palavras de ciência, línguas, fé e dom de profecia enriquecem e purificam o dom da cura. 
  • Oração de Autoridade – Sabendo que “somos curados graças às chagas de Jesus”, apossemo-nos deste poderoso nome e oremos com fé.É muito importante fazer um diagnóstico correto, isto é, verificar se o problema é de ordem física, ou de ordem emocional, ou de ordem espiritual com raízes na vida espiritual. Conhecer, sempre que possível o campo e a origem da enfermidade, para se orar sobre o foco doentio desta pessoa concreta. Muitas vezes temos casos de doenças psicossomáticas, e isto se dá quando no corpo se encontra as conseqüências dos conflitos emocionais; solucionados os conflitos, os efeitos no corpo desaparecem. Se necessário, orar várias vezes; e sempre que possível impor as mãos, pois assim nos manda Jesus. (Mc 5, 23;16,18)
     

Os carismas de obra e de poder

O Carisma da cura e da libertação

O dom da cura, ou graça de curar as doenças é colocado neste texto de forma simples e bem clara: “a outro, a graça de curar as doenças no mesmo Espírito” (1Cor 12,9b). “Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons a cada um como lhe apraz”. O dom das curas foi um dos dons plenamente vivenciados por Jesus. O profeta Isaias, em sua profecia de profundo caráter messiânico, já falava do Jesus que cura quando diz: “O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção e enviou-me... a curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção... a proclamar um ano de graça da parte do Senhor” (Is 61,1-2). Esta profecia foi à passagem lida por Jesus na sinagoga de Nazaré, acrescentando: “Hoje se comprou esse oráculo que vós acabais de ouvir” (Lc 4,14-21).
 
Depois de proclamar como Messias, Jesus inicia a sua vida pública, que tem um resumo bem característico neste texto de M 4,23-35: “Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando na sua sinagoga, pregando o Evangelho do reino, curando todas as doenças e enfermidades entre o povo. Sua fama espalhou-se por toda a Síria: Traziam-lhe os doentes e os enfermos, os possessos, os lunáticos, os paralíticos, e Ele curavam a todos”.
 
O Santo Evangelho narra inúmeras curas, sinais proféticos que identificam o Messias: a cura de um endemoniado na sinagoga em Cafarnaum; a cura da sogra de Pedro; a cura de leprosos; a cura do paralítico levado por seus quatro amigos; cura do homem da mão seca; a cura do possesso de Gerasa; cura da filha de Jairo. A cura da hemorroísa, a cura da filha da mulher Cananéia. A cura do surdo-mudo. A cura do sego de Betsaida; a cura do jovem epilético; a cura do cego Bartimeu, e ouras. O próprio Jesus declara aos discípulos de João Batista que os sinais, as sua obras é que o identificam: “Os enfermos são curados, os endemoniados são libertos, os leprosos são limpos, paralíticos se levantam e os mortos ressuscitam.
 
No Evangelho de São Mateus encontramos a passagem onde Jesus reúne seus discípulos e lhes confere o poder de curar as enfermidades: “Jesus reuniu seus doze discípulos. Conferiu-lhes o poder de expulsar os espíritos e curar todo mal e toda enfermidade”. Em Lucas encontramos passagem semelhante que diz: “Reunindo Jesus os doze apóstolos, deu-lhes autoridade sobre todos os demônios e para curar as enfermidades. Enviou-os a pregar o Reino de Deus e a curar os enfermos” (Lc 9,1-2).
 
Por fim, Jesus confere à Igreja, continuadora de sua missão salvífica, poder e autoridade para pregar o Evangelho e batizar os que cressem. A todos os batizados que cressem prometeu a salvação e a confirmação da fé através de sinais. “Estes milagres acompanharão os que crêem: expulsarão os demônios, em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos, e eles ficarão curados” (Mc 16, 17-18)
 
Cheio do Espírito Santo, Jesus saiu por todas as partes curando. Da mesma forma, o Espírito quer se manifestar em nós - que somos membros do Corpo de Cristo; as mãos, os pés do Corpo místico de Cristo levando cura àqueles que dela precisam. Grande parte das nossas doenças são chamadas psicossomáticas; são conseqüência de preocupação, ansiedade, angústia, ressentimento, rancor... causam problemas de estômago, vesícula, rim, coluna, dor de cabeça, problemas respiratórios, pressão alta, baixa... São conseqüência de nossos erros e, em profundidade, conseqüência de nossa vida desviada dos caminhos do Senhor.
    
O dom de cura e o dom da fé estão ligados. Porque acreditamos, oramos pelas pessoas, como Jesus mandou: "Em qualquer casa onde entrardes, dizei: Paz a esta casa. Se ali houver algum doente, orai por este doente. Recebestes de graça, de graça dai" (...) E o Senhor garante: "E a oração da fé salvará o enfermo. E o Senhor o levantará".

Jesus não apenas mandou fazer, mas deu o exemplo. Os apóstolos viam Jesus fazendo constantemente isso. Quando ele chegou à casa de Pedro, viu que a sogra de Pedro estava doente, com uma febre altíssima. Jesus orou por ela, orou com expectativa, e a cura aconteceu. Era assim constantemente, e os apóstolos aprenderam. Quando foram mandados dois a dois, ao voltarem, contaram às maravilhas que o Senhor realizara.


Continuação do carisma da palavra

A profecia acontece depois de um louvor

“A profecia acontece depois de um louvor a Deus, em línguas, em oração ou quando um cristão se recolhe na sua oração pessoal. Após este louvor, segue-se um silêncio de escuta a Deus e recebimento da unção, que pode vir através de um senso da presença de Deus, um impulso, um formigamento nos dedos, um calor pelo corpo todo, ou um batimento rápido de coração, sentimento que está “inchando”, certo receio, medo, temor sensação nas costas, nos lábios, aperto no peito, sensação estranha que nasce no estômago, impressão de um vento que sopra nas mãos ou forma que o Senhor acha melhor ungir”. (cf. livro carismas. O dom da profecia, pode se manifestar através de uma palavra de um sentimento, em línguas que requer um interpretação (1Cor 1,14), de um canto, de uma visão (At 10,9-48) com o entendimento espiritual de um sonho (Nm 12,6). Nem todos os sonhos, mas quando é da vontade do Senhor, Ele pode nos dar uma mensagem em sonhos.  Ed. Santuário, Aparecida, São Paulo, Brasil, p. 101). O

Continuação do carisma da palavra

Discernimentos da profecia

Apesar de não devermos desprezar a profecia devemos passá-la pelo crivo do discernimento (1Cor 12,3). “É essencial que as examinemos se são divinas, humanas ou diabólicas” (1Ts 5,21). A falsa profecia sempre contradiz as escrituras, a Tradição e o Magistério da Igreja; pois causa mal estar espiritual. Vê-se logo que não procede do Espírito, por seus efeitos negativos.  O próprio Jesus nos adverte sobre isto: “Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a nós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores” (Mt 7,15). Deus pode se utilizar da própria palavra, de visões, sentimentos, para confirmar a veracidade da profecia. O apóstolo Paulo nos adverte dizendo: “Não extingais o Espírito; não desprezeis as profecias, mas examinai tudo, retendo o que é bom”. Profecias produzem frutos (Mt 7,20). “Vós os conheceis pelos frutos”. Sempre darão bons frutos: conversão, curas, processo de vida nova, louvor. Uma palavra vinda do Senhor sempre tocará o coração e imediatamente provocará uma resposta do próprio coração, como: louvor, contrição, súplica. Mesmo uma correção será respondida com louvor, com exultação.

“A profecia pode revelar acontecimentos futuros desde que seja com objetivo de fazer as pessoas se  converterem e viverem mais santamente. Mas o objetivo da profecia não é simplesmente revelar acontecimentos, futuros ou presentes. Seu objetivo é transmitir uma mensagem divina, pelo poder do Espírito Santo, mensagem esta que penetra o mais profundo do coração do homem, o atrai para uma vida com Deus cada vez mais intensa passando a viver aquilo para o qual foi escolhido, predestinado, para servir à celebração da glória de Deus”. (cf. livro carismas Ed. Santuário, Aparecida, São Paulo, Brasil, 1994 p. 102)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Continuação do carisma da palavra

A forma como ocorre o dom da profecia

Quanto os dons do Espírito são usados, haverá sempre paz, alegria, mesmo quando para corrigir, pois traz a presença do Senhor. Não planejamos o que falar, as palavras brotam no coração, pois vem do coração do Senhor; a profecia exprime sua vontade, seu querer. A profecia é um dom ao qual nos submetemos voluntariamente. Não é lago imposto. O que é ideal é que as transmissões das profecias sejam feitas de maneira adequada, em voz alta, clara, de modo compassado e humilde, pois é assim que o Espírito Santo atua através de nós.   Nós recebemos o que o Senhor tem em sua mente e em seu coração e repetimos as sua palavra. Ele fala diretamente a alguém que, por sua vez, se disporá a partilhar com a comunidade, um indivíduo, ou para si mesmo. Ela vem com uma ou duas palavras e à medida que as repetimos, outras se seguem. Também pode ser uma imagem ou símbolos. Então o tipo de profecia pode ser profecia comunitária: quando a palavra do Senhor é em nível comunitário; pode ser profecia individual: quando o Senhor fala a uma pessoa individualmente quando oramos por ela; ou pode ser profecia pessoal: quando o Senhor fala ao nosso próprio coração. 

A mensagem vem na primeira, ou na segunda pessoa do singular. Exemplo: “Eu te amo”; Tu és meu povo eleito!’. Ou na segunda pessoa do plural: “Vós deveis voltar a mim! “Vós sois o meu povo predileto”. Se possível, guardar por escrito as profecias (o momento, o dia, a hora, quem pronunciou as palavras ditas etc.); muitas delas serão, posteriormente, confirmadas pelos fatos que ocorrerão na comunidade. Não vamos orientar nossa vida apenas por uma ou duas profecias. Temos que ver o que o Senhor está falando através de sua Escritura, através de bons livros, ensinos, homilia, o que a Igreja diz. A profecia não é uma repetição de testos Bíblicos. Uma leitura de um texto ou proclamar versículos da Bíblia. A profecia é falar às palavras que o Senhor põe no seu coração para aqui e agora.

A palavra de profecia, quando falada em línguas deve ser interpretada, “Caso não haja quem interprete, guarde silêncio na reunião, falando a si mesmo a Deus”. (1cor 14-28) O carisma da profecia é para a edificação da comunidade e dos seus membros. ”Aquele, porém, que profetiza fala aos homens, para edificá-los, exortá-los e consolá-lo” (1Cor 14,3 “Todos, um após outro, podem profetizar, para todos aprenderem e serem todos exortados” (Cor 1,14-30).

A profecia acontece depois de um louvor

A profecia acontece depois de um louvor a Deus, em línguas, em oração ou quando um cristão se recolhe na sua oração pessoal. Após este louvor, segue-se um silêncio de escuta a Deus e recebimento da unção, que pode vir através de um senso da presença de Deus, um impulso, um formigamento nos dedos, um calor pelo corpo todo, ou um batimento rápido de coração, sentimento que está “inchando”, certo receio, medo, temor sensação nas costas, nos lábios, aperto no peito, sensação estranha que nasce no estômago, impressão de um vento que sopra nas mãos ou forma que o Senhor acha melhor ungir”. (cf. livro carismas. O dom da profecia, pode se manifestar através de uma palavra de um sentimento, em línguas que requer um interpretação (1Cor 1,14), de um canto, de uma visão (At 10,9-48) com o entendimento espiritual de um sonho (Nm 12,6). Nem todos os sonhos, mas quando é da vontade do Senhor, Ele pode nos dar uma mensagem em sonhos.  Ed. Santuário, Aparecida, São Paulo, Brasil, p. 101). O


“A profecia pode revelar acontecimentos futuros desde que seja com objetivo de fazer as pessoas se converterem e viverem mais santamente. Mas o objetivo da profecia não é simplesmente revelar acontecimentos, futuros ou presentes. Seu objetivo é transmitir uma mensagem divina, pelo poder do Espírito Santo, mensagem esta que penetra o mais profundo do coração do homem, o atrai para uma vida com Deus cada vez mais intensa passando a viver aquilo para o qual foi escolhido, predestinado, para servir à celebração da glória de Deus”. (cf. livro carismas Ed. Santuário, Aparecida, São Paulo, Brasil, 1994 p. 102).

Carismas da palavra

Dom da profecia ou palavra de revelação



“Aspirai igualmente aos dons espirituais, mas, sobretudo, ao da profecia” (1Cor 14,1). Profetizar é falar em nome de Deus. É dizer uma mensagem de Deus para o homem. É uma mensagem de Deus pessoal e para agora, para o momento em que estamos vivendo. É um diálogo de Deus com os homens: “Aquele, porém, que profetiza fala aos homens, para edificá-los, exortá-los e consolá-los” (1Cor 14,3). É Deus que nos fala através de uma pessoa para nos orientar, corrigir, exortar, encorajar, falar do seu amor e nos levar a amar mais a Ele e a nossos irmãos.

*  Edificação: “construir. A profecia é dada para edificar a Igreja, para construí-la espiritualmente, e elevá-la. Exemplo de edificação: “Povo meu, deixa vossos corações entoarem cânticos para mim, pois vosso Senhor e vosso Deus se rejubila, em vós. Alegrai-vos!”

*    Exortação: Será uma palavra de chamada de atenção. Exemplo de exortação: “Sabei que eu sigo adiante de vós, sabei que vou adiante e vós, povo meu. Segue-me! Segui-me e sabei que estou convosco aonde fordes e o que quer que façais”.

*   Consolação: Reanimar. Exemplo de consolação: “Deixai que minha paz vos encha, deixai, filhinhos meus, vossa perturbações e vossas preocupações, em meu coração. Na quietude de vossos corações deixai que o meu Espírito Santo vos assista.